São Paulo Setecentista

COMÉRCIO

Para comercializar qualquer produto, em São Paulo, o interessado devia obter autorização da Câmara Municipal, após o preenchimento de diversas formalidades.
Havia algumas tavernas e lojas, todas paupérrimas. Havia também vendedores ambulantes já chamados de mascates. Em 1722, o procurador do Senado da Câmara requereu “que pelo grave prejuízo que causa ao comércio público a vendagem que fazem pelas ruas e casas desta cidade os mascates e outras pessoas que costumam assim negociar em fazendas secas e outras quinquilharias que Sua Majestade foi servido na lei pragmática...”. Sua Majestade ordenou a publicação de um edital proibindo o abuso. Assim foi feito.


VOLTA - SÃO PAULO ANTIGO

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