Av. Angélica, início dos anos 20
O espírito de caridade de dona Maria Angélica de Sousa Queiros Barros, a baronesa de Queirós Barros, era falado na cidade inteira. Corria paralela também a sua fama de grande anfitriã. Isso ficou evidenciado, nos último anos da Chácara das Palmeiras, quando no casarão da propriedade, ela dava suas magníficas recepções.
Seu marido, o dr. Francisco de Aguiar Barros arrematara a grande chácara, em 1872, para logo loteá-la. Ele morreu dois anos depois, mas dona Maria Angélica viveria o mais que suficiente para ver as terras compradas pelo marido transformarem-se no bairro de Santa Cecília.
Uma das mais longas ruas que nasceram na área da antiga chácara chamou-se Itatiaia. Ia da rua Jaguaribe até a avenida Municipal (hoje, avenida dr. Arnaldo). Em 1898, a Itatiaia teve o trecho inicial ampliado para a rua das Palmeiras que passava, então, pela área da atual Praça Marechal Deodoro.
Dona Maria Angélica, com avançada idade, morreu em 1929. No ano seguinte, em sua homenagem, a Itatiaia, já transformada em avenida desde 1907, passou-se a chamar avenida Angélica.
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