| onononononononoo ononononon ononononono ononono ![]() O Íris: ex-Belém, Santa Terezinha e Melita onono onono
Cine São José, no seu lugar hoje, uma agência bancária |
BelémBelém — O primeiro cinema do bairro teve uma longa vida e vários nomes. A esquina da avenida Celso Garcia com a rua Belém amanheceu engalanada naquele 18 de fevereiro de 1911. Nascia o Cine Belém, do capitalista Manoel Correia Leite. O Cine Belém não passava de um imenso barracão, mas isso em nada o desabonava porque todos os cinemas da época eram barrações. No dia da inauguração, teve as portas enfeitadas com cartazes e lâmpadas coloridas. Uma campainha estridente não parava de tocar. Apareceu uma banda que iniciou sua performance com valsas. O público reclamou, a banda mudou o repertório para maxixes e aí a dança comeu solto. Surgido assim sob tais eflúvios, o Cine Belém teve forças para enfrentar uma longa vida.Quatro anos depois de sua fundação , o Cine Belém alterou seu nome para Melita, com o qual chegou a década de 20. Uma reforma e o antigo Belém ganha novo nome na década de 30: Santa Terezinha. Finalmente, a casa pioneira dos filmes no Belenzinho ganhou o nome de Iris, com que desapareceu em 1960. Bresser — R.Bresser, 55 (antigo) entre as ruas Santa Rita e Xavantes. Inaugurado em 1913, não teve muito fôlego, desaparecendo quase em seguida. São José — No Largo São José, próximo a outra tradição do bairro, o restaurante Formiga até hoje em pé. Talvez, o cinema que deixou mais saudades no bairro. Começou nobre em 1927, decaiu e, mesmo assim, causou tristeza ao desaparecer em 1968. A solidez da sua construção trouxe dificuldades para sua demolição. O São José pertencia aos Falgetanos, exibidores cinematográficos da Zona Leste, que foram donos também do Iris da Celso Garcia. Seu espaço foi ocupado pelo Bradesco. Catumbi — Inaugurado no final da década de 40 pertencia a uma sociedade filantrópica já extinta, Associação Beneficente Santo Antônio. Hoje funciona no lugar um forró. Aster — R. Marquês de Abrantes, 405. Inaugurado no começo da década de 50 não firmou tradição no bairro e logo desapareceu. Morreu na década de 60 com o nome de Cine Ibéria
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