Vila Boate

Chegou um tempo em que a Vila Buarque encheu-se de boates. Vila Boate chamaram-na. No comecinho da rua Marques de Itu, ficou célebre a Quitandinha, do sambista Henricão, cujo slogan era o seguinte: "a casa de negro, onde branco se diverte".
Ganharam seu espaço o restaurante intelectualizado Dom Casmurro, o Champanhota e o refinadíssimo La Cocagne da rua Amaral Gurgel.

La Licorne

Na rua Major Sertório, quase esquina com a Cesário Mota, floresceu a La Licorne, casa da não menos lendária Laura. Inovando em sua especialidade, a La Licorne não era bem uma casa para casais e sim só para homens.

Mayá

Mayá servia e cantava músicas francesas no seu barzinho, o Músic Box. Vez por outra, imitava Carmen Miranda, de vestido e salto. Era um homem másculo, bonito. Freguesas do bar cochichavam no seu ouvido: "Deixe dessas coisas e vem morar comigo". Mayá preferia continuar a ser Carmen Miranda.

Parreirinha

Um dia se mudou para a Vila, um restaurante de grande tradição,o Parreirinha, que nascera há muitos anos e ficou tempo enorme na Avenida Ipiranga. O Parrerinha persiste na General Jardim.

Clubinho

Nascido na rua 7 de Abril, o histórico Clubinho dos Artistas viveu também na Vila Buarque (Bento Freitas esuqina com General Jardim, sub-solo do prédio do IAB)


VOLTA - MEMÓRIA DOS BAIRROS

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