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Pratique exercícios físicos. Evite fumar. Não abuse de bebidas alcoólicas. Essas medidas, você provavelmente já sabe, são benéficas para o seu coração. O que talvez você não saiba, porém, é que elas também são úteis no combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame.
A maioria de nós encara os derrames como fatalidade. Contudo, em mais de 80% dos casos eles são perfeitamente evitáveis - e se você cuida bem do seu coração, já está ajudando a combatê-los. Outra boa medida é estar alerta para alguns sintomas (veja abaixo), a fim de procurar ajuda médica tão logo eles se manifestem. "Um derrame pode ser menor, ou ter maior gravidade", diz a dra. Alda Ribeiro. "De qualquer forma, a rapidez no tratamento pode representar enorme diferença".
Todos os tipos de derrames caracterizam-se pela falta de passagem do sangue oxigenado por uma área do cérebro. Em conseqüência, as células nervosas, localizadas no cérebro e que têm a função de transmitir mensagens para o funcionamento normal do corpo, deixam de executar adequadamente esse trabalho, pois para isso dependem de um suprimento regular de oxigênio e glicose fornecido pela corrente sangüínea. O desconhecimento das ligações entre o cérebro, os membros do corpo e os sentidos podem levar uma pessoa a interpretar erradamente os sintomas de um derrame, achando, por exemplo, que um eventual enfraquecimento de uma perna jamais teria ligação com o funcionamento cerebral.
Entretanto, aqueles sintomas nem sempre indicam a proximidade de um derrame. Podem ser também a própria manifestação do chamado "pequeno derrame" que, ao contrário do derrame, não provoca danos permanentes. Para o tratamento de "pequeno derrame", normalmente é recomendado aspirina.
Mesmo assim, é sempre bom outros cuidados médicos, a fim de evitar maiores riscos.
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