Uma vistosa ferradura assinalava o portão de entrada da afamada cocheira Duchein na Florêncio de Abreu, rua caracterizada no passado pelas oficinas de ferradores de muares e da cocheiras que alugavam cavalos.
Passagem
Chamada primeiramente de rua Manoel Carlos, a Florêncio de Abreu foi aberta entre 1782 e 1786, para dar acesso aos célebres campos do Guaré (estação da Luz). Já chamada pelo seu segundo nome, rua da Constituição, no último decênio do século XIX tornou-se muito movimentada porque era a passagem natural para os que demandavam a estação ferroviária da Inglesa.
Tradição
Com isso, a Florêncio Abreu pouco a pouco perdia suas feições primitivas de rua residencial para tornar-se via comercial, tradição que mantém até hoje. Ali se localizaram ainda várias escolas e a Igreja Alemã Unida Luterana-Calvinista.