Iluminação


Aquarela de Debret mostra como era a iluminação das ruas nas primeiras décadas do século XIX

No caso de perigo, uma placa corrediça ocultava o fogo da lanterna. Os archotes carregados pelos escravos e as lanternas furta-fogo amainavam a escuridão durante as caminhadas pelas noites primitivas de São Paulo.

Afora isso, só a lua e as estrelas. Dentro das casas, também trevas, a não ser nos dias festivos quando "janelas e portas se enfeitavam de um rosário de lanternas furta-cores e de tigelinhas de azeite em que chamas trêmulas e vermelhas faiscavam na ponta de rudes pavios de algodão", segundo escreveu Nuto Santana, no livro São Paulo Histórico.

Pouco a pouco, porém, a luz ia se fazendo. E, no raiar do século XX, chegou a iluminação elétrica.



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