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Jardineiras
Logo após a chamada revolução de 1924, desmantelaram-se os serviços públicos em São Paulo, com reflexos nos transportes coletivos. Esperava-se até 1 hora por um bonde. Surgiram assim as jardineiras, "ônibus" improvisados sobre camionetes. Alguns anos depois surgiram linhas regulares de "ônibus" e s jardineiras foram vendidas para transportes periféricos ou no Interior. Entre o largo de Pinheiros e o Instituto Butantã houve uma linha de jardineiras que servia principalmente os visitantes do Instituto, já que ali era um ponto de turismo dos paulistanos.
No largo de Pinheiros, sob a sombra de uma porção de jabuticabeiras, partia também uma linha de trolleys puxados a cavalos e destinados a levar visitantes para o Instituto Butantã. Explorava os serviços um homem chamado Patuska. Há algumas décadas, no lugar das jabuticabeiras, instalou-se o posto de gasolina que até hoje existe.
Guerra
Emílio Guerra, que chegou a ser dono de uma enorme frota de ônibus na região de Pinheiros, começou sua carreira como empresário das jardineiras.
Veja também
O transporte em jardineiras
Butantã
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