Walmir Ayala
Prêmio Bienal Nestlé de Literatura Brasileira |
Deixar passar o dia como o fio deuma linha
na fenda de uma agulha Um dia como a vida, um sol inacabado, a cortina inocente de uma chuva serena, um dia com punhais que passam na insensível carne das ante-salas. Ante-salas da morte. Dias de eternidade.
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