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Esquina do Largo da Sé (antigo Pátio da Sé e hoje Praça da Sé) com a Travessa da Sé, atual rua Venceslau Brás. À esquerda, o mictório público no começo da década de dez

Será que não haveria a necessária privacidade garantida até mesmo pelo outro nome do equipamento? Talvez não, a julgar pelo apelo de um vereador à Câmara Municipal, feito no dia 5 de junho de 1888, no sentido de se “providenciar uma tapagem no mictório do Pátio da Sé” para que seus usuários não fossem vistos. Ficava o tal conduto de utilidade pública bem em frente ao começo da atual rua Venceslau Brás, então travessa da Sé. Ao usá-lo, pelo menos até o provável atendimento ao apelo do ilustre edil, a pessoa corria o risco, parece, de ficar exposto aos olhos eventualmente curiosos de fiéis à saída das missas, pois ali ficava a antiga Sé de São Paulo. Existiam outros equipamentos semelhantes espalhados pela cidade. A sagacidade dos publicitários foi despertada. Em 1890, os senhores Carlos Meira Botelho e Hugo Bonvicine entraram com pedido para veicular anúncios em lampiões e mictórios. Um ano depois, outro homem de marketing, o sr.Guilherme Buta, fez a mesma reivindicação. Só que desta vez usou para o lugar outro nome, este, pelo menos aparentemente, já meio fora de moda: latrina.

Veja também:
Pátio da Sé


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