A necessidade psicológica do prazer não é privilégio dos jovens e nem a biologia do envelhecimeno embute algum fator capaz de encerrar de forma automática a função sexual.
Não há nenhuma razão para justificar a crendice de que o sexo, o amor e o casamento - e mesmo as aventuras - são patrimônios exclusivos dos mais jovens.
Na sexualidade, também vale a máxima "use ou perca".
"O primeiro passo na preservação da sexualidede, que para muitas pessoas é profundamente importante na presevação da sua própria pesonalidade, consiste em saber que, se bem cultivada, ela pode acompanhar - e normalmente acompanha - a vida inteira as pessoas de ambos os sexos.